Instituto de Fertilidade Nilo Frantz

Quem
somos

O IFE – Instituto de Fertilidade é um centro especializado em reprodução assistida que surgiu, em 2008, do desejo do Dr. Nilo Frantz, um dos pioneiros em Reprodução Humana de Porto Alegre, de ampliar e facilitar o acesso aos tratamentos de infertilidade.

Para buscar os melhores resultados, a instituição oferece a seus pacientes atendimento com médicos especialistas em reprodução assistida e infraestrutura compartilhada com o laboratório de embriologia da Nilo Frantz Medicina Reprodutiva.

Com domínio das mais recentes tecnologias, atendimento via convênios de saúde e o programa de inclusão IFE MAIS – que disponibiliza desconto especial – o IFE é a tradução da acessibilidade quando o assunto é tratar com afeto, carinho e responsabilidade a infertilidade humana.

IFE Mais

O Instituto de Fertilidade (IFE) sempre esteve comprometido com os casais que procuram na fertilização in vitro (FIV) o caminho para realizar o sonho de se tornarem pais. E para que este sonho seja possível também aos pacientes sem condições de arcar integralmente com as despesas, o Instituto de Fertilidade criou o programa IFE MAIS, um projeto de inclusão que disponibiliza desconto especial, no tratamento, aos pacientes selecionados após avaliação e triagem.

Além dos benefícios oferecidos, o IFE MAIS garante aos pacientes atendimento com médicos especialistas na área e acesso à tecnologia Nilo Frantz, como o laboratório de embriologia.

As informações sobre como participar do Programa IFE MAIS são fornecidas na primeira consulta no Instituto de Fertilidade.

Nossa
equipe

Simone Mattiello
Simone Mattiello
Médica Especialista
Daiane Pagliarin
Daiane Pagliarin
Médica Especialista
Marcelo Ferreira
Marcelo Ferreira
Médico Especialista
Priscila Scalco
Priscila Scalco
Médica Especialista
Paula Flores Ternus
Paula Flores Ternus
Médica Especialista
Cristine Machado
Cristine Machado
Gerente
Riscia Cassia
Riscia Cassia
Técnica de Enfermagem
Mariana Ody Rodrigues
Mariana Ody Rodrigues
Administrativo
Claudia Rachewsky
Claudia Rachewsky
Psicóloga
Gabriel Veber
Gabriel Veber
Urologista
Rosa Lúcia Silvestrim
Rosa Lúcia Silvestrim
Nutricionista

Diagnósticos

Investigação
feminina

Com uma pequena amostra de sangue é possível avaliar uma série de hormônios responsáveis pela fertilidade feminina. Hormônios como FSH (hormônio folículo-estimulante), LH (hormônio luteinizante), progesterona, prolactina, testosterona, inibina B e HAM (hormônio anti-mülleriano), por exemplo, são capazes de demonstrar como está a capacidade de ovular de uma mulher.

A dosagem do Hormônio Anti-Mülleriano (AMH), produzido por células dos ovários, permite estimar de forma direta se a quantidade de óvulos disponíveis está acima, na média ou abaixo do esperado para a idade e, assim, tentar prever a longevidade reprodutiva. Esse exame é um forte aliado dos profissionais que atuam na área da Reprodução Humana do mundo todo.

Com a passagem de um fino aparelho através do colo uterino pode-se verificar a integridade da cavidade do útero e se a mesma está apta ao desenvolvimento da gestação. Além de diagnóstica, a histeroscopia pode ser cirúrgica, permitindo a correção de algumas alterações do desenvolvimento uterino (malformações) ou a ressecção de miomas uterinos, pólipos (endometriais ou cervicais) e sinéquias (cicatrizes no interior do útero).

Sabe-se que muitos dos abortamentos inexplicados se devem, na verdade, a distúrbios imunológicos.
Vários dos casos classificados como “infertilidade sem causa aparente” são, na verdade, decorrentes de alterações imunológicas não diagnosticadas e passíveis de tratamento. Esses distúrbios podem responder não apenas por quadros de abortamentos, mas também por repetidas falhas nas tentativas de fertilização in vitro (FIV). Exames como a pesquisa de células NK (natural killer), trombofilias, cross-match, fator V de Leiden, compatibilidade HLA-G, entre outros, podem ser necessários.

Solicitada de forma rotineira para analisar a forma e o funcionamento do aparelho reprodutivo feminino, com ênfase no estudo do útero e dos ovários. Além de identificar problemas como cistos ovarianos, ovários policísticos (ou micropolicísticos), miomas uterinos, pólipos endometriais e endometriose, a ultrassonografia transvaginal seriada permite acompanhar o ciclo menstrual e demonstrar a ocorrência (ou não) da ovulação e a fase mais propícia para engravidar (período fértil).
É um dos exames que permite estimar a resposta ovariana às medicações. Quando realizada logo após a menstruação, o volume ovariano e o número de folículos predizem a reserva ovariana, ou seja, se este ovário produzirá óvulos em quantidade e qualidade.

Investigação
masculina

Através da coleta de sangue é possível avaliar a produção de vários hormônios. Os mais comumente dosados são: Testosterona, FSH e LH.

Exame realizado para avaliar o sêmen. Dentre os diversos parâmetros estudados estão: a concentração (número de espermatozóides em cada mililitro ejaculado, a morfologia (proporção de espermatozóides com forma normal ou alterada) e a mobilidade (maneira como os espermatozóides se deslocam).

Nos casos de ausência de espermatozoides no sêmen ejaculado (azoospermia), pode ser necessária uma punção ou biópsia dos testículos para verificar se há ou não há a produção de espermatozoides.

Exame que quantifica o percentual de espermatozoides que contém anomalias no seu DNA. Quanto maior for este percentual, maior será o comprometimento do material genético e, portanto, mais comprometida estará a qualidade do sêmen.

Exame de diagnóstico por imagem solicitado para avaliar o aparelho reprodutor masculino, principalmente alterações nos testículos ou nos vasos sanguíneos que os nutrem (pesquisa de varicocele, por exemplo).

Tratamentos

O Coito programado é considerado uma técnica de Reprodução Humana de “baixa complexidade”. Trata-se do acompanhamento de um ciclo menstrual da mulher para indicar o momento mais favorável à ocorrência da gestação.O ciclo pode transcorrer de forma natural, sem o uso de medicações indutoras da ovulação.

No entanto, freqüentemente faz-se uso de fármacos capazes de estimular a ovulação. Independente do esquema proposto, são realizadas ultra-sonografias e, em alguns casos, dosagens hormonais, para indicar o período mais favorável para o casal manter relações sexuais e maximizar a probabilidade de engravidar.

O congelamento de espermatozóides, óvulos e embriões é uma prática bem estabelecida e realizada na maior parte dos países com instituições dedicadas à Reprodução Humana.

A técnica de criopreservação de embriões tem apresentado significativos avanços nos últimos anos.

Uma opção para as mulheres que pretendem postergar o ato de engravidar, é o congelamento de óvulos. Através deste procedimento, os óvulos permanecem armazenados em baixas temperaturas (-196Cº) com a idade do momento do congelamento.

PRESERVAR A FERTILIDADE NAS PACIENTES ONCOLÓGICAS

Pacientes portadoras de neoplasias (câncer), em geral, passam por tratamentos radioterápicos ou quimioterápicos que podem resultar em eventos adversos tardios, como a diminuição no número de óvulos, falência ovariana precoce, e perda da capacidade reprodutiva.

Dependendo do desenvolvimento do tumor, a remoção dos órgãos reprodutivos (como por exemplo, a ooforectomia – remoção dos ovários) é indicada, afetando parcialmente ou definitivamente as chances de reprodução futura.

Também denominada de “inseminação artificial”. Consiste na deposição do sêmen diretamente no interior do útero da mulher. Diferentemente da fertilização in vitro, na inseminação a fecundação óvulo pelo espermatozóide ocorre de forma natural na região trompa, ou seja, “in vivo”.

Em um ciclo natural (espontâneo) ou em um ciclo estimulado por medicamentos (indução da ovulação). Nos ciclos induzidos, procura-se estimular o ovário a liberar um número maior de óvulos (preferencialmente de 2 a 4) e, com isso, aumentar as chances de engravidar.

O preparo do sêmen é feito em laboratório. Existem várias técnicas de processamento que permitem selecionar e utilizar somente os melhores espermatozóides, retirando os menos aptos à fertilização, as células indesejadas, entre outros.

A técnica denominada de Maturação in vitro de oócitos ou “IVM” (sigla inglesa para in vitro maturation) consiste na captação de óvulos imaturos e seu subseqüente amadurecimento em laboratório. Os casos mais beneficiados são os de mulheres portadoras de ovários policísticos, pois não necessitam serem submetidas à estimulação ovariana para a fertilização in vitro clássica, evitando assim os riscos de uma resposta ovariana exagerada, quadro denominado de “Síndrome da Hiperestimulação Ovariana”.

O método também pode ser aplicado em mulheres que apresentam vários pequenos folículos na ultra-sonografia, mas não têm a síndrome.

O Dr. Nilo Frantz é pioneiro nessa técnica e foi responsável pelo primeiro bebê nascido no Brasil por IVM.

A fertilização in vitro (FIV) consiste na fecundação (encontro do espermatozóide com o óvulo) em laboratório, daí a origem da denominação “in vitro“.

O tratamento é composto de várias etapas: Inicialmente, a mulher faz uso de hormônios, denominados “gonadotrofinas”. Estas medicações visam o crescimento e o amadurecimento de uma quantidade maior óvulos do que a obtida em um ciclo natural. No ciclo espontâneo, a mulher libera habitualmente somente 1 óvulo. Esta fase do tratamento dura, em média, 7 a 14 dias.

A fecundação é realizada por embriologistas em laboratório, no mesmo dia da coleta dos gametas (óvulos e espermatozóides). Nos dias subsequentes, segue-se a avaliação do desenvolvimento embrionário. De 2 a 5 dias após a fertilização, é feita a transferência do embrião (ou dos embriões) para o útero da mulher. O número de embriões colocados é variável de caso para caso. Usualmente são transferidos de 1 a 4 embriões. Nos casos em que são colocados mais de 1, verifica-se aumento na chance de engravidar, elevando-se também a possibilidade de gestação gemelar.

O útero de substituição, consiste no processo em que uma mulher gesta um bebê em seu útero para outra pessoa, utilizando um embrião fertilizado em laboratório com o óvulo e espermatozóide dos pais.

Esse procedimento é indicado para mulheres com ausência de útero, defeitos congênitos, doenças com alto risco de morte durante a gestação, casais homoafetivos, homens solteiros entre outros.

Diferentemente da barriga de aluguel, o útero de substituição é um tratamento legalizado no Brasil, pois a mulher que irá gestar, fará de forma altruísta, enquanto na barriga de aluguel, ela seria paga ou receberia algo em troca.

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