Tratamentos

IIU – Inseminação intra-uterina

Também denominada de “inseminação artificial”. Consiste na deposição do sêmen diretamente no interior do útero da mulher. Diferentemente da fertilização in vitro, na inseminação a fecundação óvulo pelo espermatozóide ocorre de forma natural na região da trompa, ou seja, “in vivo”.

Em um ciclo natural (espontâneo) ou em um ciclo estimulado por medicamentos (indução da ovulação). Nos ciclos induzidos, procura-se estimular o ovário a liberar um número maior de óvulos (preferencialmente de 2 a 4) e, com isso, aumentar as chances de engravidar.

Assim como ocorre na técnica de fertilização in vitro, no ciclo de inseminação intra-uterina são realizadas ultrasonografias seriadas. Desta forma, é possível determinar o momento mais indicado para a deposição do sêmen na cavidade do útero.

O preparo do sêmen é feito em laboratório. Existem várias técnicas de processamento que permitem selecionar e utilizar somente os melhores espermatozóides, retirando os menos aptos à fertilização, as células indesejadas, entre outros.

O procedimento de inseminação é simples e indolor, não havendo, portanto, a necessidade de anestesia. Com um fino catéter, o médico ultrapassa o canal cervical (canal por onde escoa o fluxo menstrual) e coloca os melhores espermatozóides diretamente dentro do útero. A fecundação, caso ocorra, darse-á no organismo da mulher, mais especificamente em uma das trompas uterinas, portanto, “in vivo” e não “in vitro”.

As taxas de gravidez são variáveis e dependem de múltiplos fatores. A chance de engravidar descrita na literatura fica em torno de 20% por tentativa.